Mogli, o Menino Lobo

Mogli, o Menino Lobo

A história da peça conta a trajetória do menino “Mogli” que foi criado entre animais selvagens e submetido às leis da natureza. 

Contratar o espetáculo

Mogli - O Menino Lobo é uma inspiração no livro “O Livro da Selva”, escrito em 1894 pelo autor Rudyard Kipling. A história é de um garoto criado por uma família de lobos em plena floresta. 


Mogli leva uma vida diferente das outras crianças desde que foi encontrado. Mas sua tranquilidade acaba quando o temido tigre Shere Khan promete eliminá-lo por considerá-lo uma ameaça. 


Forçado a abandonar o único lar, ele vai em busca de segurança no mudo dos homens, então, Mogli embarca numa cativante jornada de autoconhecimento, tenho como guia o urso Baloo e da pantera negra Baguera. Ao longo do caminho, Mogli encontra criaturas da selva que são perigosas, com Kaa, uma cobra com poder hipnotizador.

Release

“Mogli, O Menino lobo”  pretende ser, antes de mais nada, uma divertida brincadeira cênica. Brincar com os signos comuns do teatro infantil, tais como os bichos, a floresta, as canções, as mensagens ecológicas, as pretensas participações da platéia, etc, para construir um espetáculo com este referencial: (criticar a própria linguagem do “Teatro Infantil”).


Acreditamos que não existe “O Teatro Infantil”  como determinante de linguagem. Assim como a literatura infantil, o teatro infantil, nas últimas décadas, tem partido para outras experiências estéticas.


Acredita-se que no caso do público infantil, a mensagem teatral não deve ser puramente didática, deve ser sim uma experiência artística,  pois é sabido que as crianças tem capacidade para fruir a elaboração estética de um espetáculo. 


Mas mesmo com esta tendência inovadora, a incidência desses espetáculos “Infantis”, como fórmulas já cristalizadas de realização, ainda têm forte presença entre os espetáculos infantis apresentados.


Desta forma, partimos para “Mogli”  com esta idéia: criticar linguagem, para daí construir uma linguagem nova.


Talvez os críticos não tenham dado o devido valor à cineastas como Zucker & Zucker. São cineastas altamente eficientes,  que com filmes como “Corra que a polícia vem aí”, entre outros, construíram todo um referencial crítico sobre o atual cinema americano. Seus filmes, além de divertir os espectadores, mostram como a linguagem  Hollywoodiana está cansada e repetitiva. O filme é criativo não porque abre mão dos clichês, mas porque o usa de maneira específica.


O texto  “Mogli”  é um  prato cheio para esta brincadeira. Os atores não imitarão toscamente os bichos, mas construirão a idéia que são  atores brincando que são bichos.


Tal brincadeira ainda se concretizará nas coreografias, nas músicas, nas trilhas inscidentais, etc. Também teremos como referência o humor dos desenhos animados, com o seu ritmo, sua magia, sempre em busca de uma linguagem com qualidade cênica.


Sabemos dissimular as qualidades de linguagem, seja em um espetáculo, seja em um livro ou em um filme. É uma experiência sem dúvida, enriquecedora.

Assistente de Produção: Toninho da Cruz

Cenários e Figurinos: Décio Noviello

Coreografia e expressão corporal: Carlos Arão

Fotografia: Ludmila Loureiro

Programação visual: Jairo Alvarenga Fonseca

Trilha Sonora: Ladston do Nascimento

Voz: Elenco, Ladston do Nascimento (participação especial).

Operador de Luz e Som: Fernando Reis

iluminação: Luiz Henrique

 

 

Elenco:

Marino Canguçu (Mogli)

Toninho da Cruz (Shere Khan)

Rodrigo Camargo (Balu)

Talitha Fonseca (Casca, Messua e Akelá)

Fernanda Ross (Baguera)

Gil Filho (Tabaco, Rei Lú)

Galeria

Depoimentos

Trechos da Peça

Clipping

Super Notícia

10 de outubro de 2010 
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Teatro Infantil

Página 21
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